O luxo do lixo
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O trabalho aborda uma pesquisa-ação desenvolvida no Colégio Estadual Liddy Mignone, Arcozelo, Paty do Alferes, Estado do Rio de Janeiro com alunos do Ensino Fundamental com visão para o Desenvolvimento Local. A proposta baseou-se nos conceitos de Desenvolvimento Sustentável, Agenda 21, Educação Ambiental e Lixo como tema gerador. O objetivo do trabalho é promover mudanças de comportamento, formação de hábitos e atitudes em relação aos resíduos sólidos produzidos para que a Comunidade Escolar possa autogerir-se, desenvolvendo seu potencial socioeconômico, preservando o seu patrimônio ambiental, superando limitações e assegurando uma melhoria contínua de qualidade de vida dos seus indivíduos ensinando sobre o papel do ser humano na biosfera para compreensão das complexas relações entre a sociedade e a natureza. A Educação Ambiental formal e não formal são capazes de sensibilizar as gerações para a conservação do Meio Ambiente e para o fomento da reciclagem de latinhas, papelão, vidros, garrafas pet, etc. Com base na metodologia adotada, os resultados obtidos indicaram melhorias significativas e que o projeto foi capaz, a partir de sua concepção estratégica, de contribuir para o Desenvolvimento Local mostrando que o lixo pode gerar renda, pode capacitar a comunidade em busca de soluções para os problemas ambientais locais de forma organizada, enfocando os seus direitos de cidadãos, proporcionando um ensino de Ciências estimulante de forma lúdica e incentivando o espírito de equipe. Assim, como todo e qualquer trabalho em Educação Ambiental este também está voltado para o futuro e de longa duração como o de formação de hábitos, recuperação de valores, solidariedade e responsabilidade social.
INTRODUÇÃO
A tarefa de querer executar experiências com classes educacionais exige múltiplas ações. As mais importantes são as capazes de provocar impacto significativo na qualidade da formação.
As atividades que se seguem são um relato de um trabalho desenvolvido no Colégio Estadual Liddy Mignone, situada no Bairro de Arcozelo, Paty do Alferes, Estado do Rio de Janeiro com os alunos do Ensino Fundamental, com a finalidade de promover alternativas com temas ambientais.
A Educação Ambiental é um dos Temas Transversais dos Parâmetros Curriculares Nacionais, é o caminho para se chegar a mudanças de hábitos e atitudes que levam a diminuição da degradação ambiental, promovam a melhoria da qualidade de vida e reduzam a pressão sobre os recursos ambientais, por ações individuais ou coletivas.
A metodologia apresentada neste estudo é uma proposta de atuação e desafios com a comunidade escolar enfocando a problemática do lixo onde tenciona atividades com ênfase nos currículos escolares e aplicando-o na prática promovendo mudanças de comportamento e objetivando a formação de hábitos ambientalmente responsáveis no meio social.
O trabalho aborda alguns conceitos em Educação Ambiental na visão de alguns autores, uma abordagem sobre a pesquisa-ação e o polêmico tema do desenvolvimento sustentável onde geram dúvidas e discussões.
Como toda temática em fase de afirmação, a Educação Ambiental recebeu várias definições ao longo de sua escala evolucionária.
Ressaltando que a Educação Ambiental “é uma dimensão a ser incorporada ao processo educacional, trazendo toda uma recente discussão sobre as questões ambientais e as conseqüentes transformações de conhecimento de valores e atitudes diante de uma realidade a ser construída” . GUIMARÃES(2000).
O CONAMA – Conselho Nacional de Meio Ambiente – define a Educação Ambiental como sendo “um processo de formação e informação, orientando para o desenvolvimento da consciência crítica sobre as questões ambientais, e de atividades que levem à participação das comunidades na preservação do equilíbrio ambiental” GUIMARÃES (2000).
A Constituição BRASIL(1998) em seu capítulo VI, sobre o Meio Ambiente, institui como competência do Poder Público a necessidade de “promover a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do Meio Ambiente” (Artigo 225, parágrafo 1º , inciso VI).
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional prevê a Educação Ambiental como uma diretriz para o currículo da Educação Fundamental. Em conformidade a isso, o Ministério da Educação apresentou, em sua proposta de “Parâmetros Curriculares Nacionais” (PCN), a Educação Ambiental como um tema transversal (Meio Ambiente) no currículo escolar.
A pesquisa-ação fundamenta-se numa concepção construtiva da aprendizagem considerando os conceitos prévios dos alunos, que constroem seus conhecimentos a partir de suas experiências.
THIOLLENT (1985), lembra que há três aspectos atingidos pela pesquisa-ação: resolução de problemas, tomada de consciência e produção de conhecimento.
Ressalta que “com amadurecimento metodológico, a pesquisa-ação, quando bem conduzida, poderá vir a alcança-los simultaneamente”. Nela, “os pesquisadores desempenham um papel ativo no equacionamento dos problemas encontrados, no acompanhamento e na avaliação das ações desencadeadas em função dos problemas”.
A participação dos grupos sociais, populares e intelectuais comprometidos com a causa popular, desde cientistas, professores, estudantes, agentes de pastoral e outros profissionais, permite a apropriação pelo povo de um novo poder que lhe é dado pelo conhecimento BRANDÃO (1990).
A educação que recebeu o adjetivo ambiental, assume o complemento sustentável e passa, na verdade, a ser descrita nos termos de Educação Ambiental para a Sustentabilidade.
O Desenvolvimento Sustentável, no qual insere-se a Educação Ambiental para a Sustentabilidade, envolve a discussão e resolução de questões ambientais como: a explosão demográfica em países em desenvolvimento; a hiperurbanização; a perda mais ou menos irreversível de biodiversidade; alienação consumista entre outras. VIEIRA(1996).
Os conceitos em Educação Ambiental para a Sustentabilidade, assim como os de liberdade, justiça e democracia, não são simples . Apresentam conformidades com diferentes ideologias e programas delineados por conhecimentos, valores e filosofias distintas . Assim, a função chave da Educação Ambiental para a Sustentabilidade é ajudar o indivíduo a compreender, a refletir e agir nesses conceitos, para a adoção de alternativas futuras HUCKLE(1996).
Para FRANCISCO GUTIÉRREZ(1994), parece impossível construir um desenvolvimento sustentável sem uma educação para o desenvolvimento sustentável. O desenvolvimento sustentável, mais do que um conceito científico é uma idéia-força mobilizadora deste século.
Ao propor um processo educacional qualquer, apenas a compreensão do conteúdo não é suficiente. Para construir a formação de uma cidadania ambiental, é necessário a construção de novos valores, habilidade e atitudes.
Os educadores ambientais devem estar preparados para utilizar os mais diversos materiais que o cotidiano nos apresenta, explorando a sua diversidade de forma crítica. Devem estar atentos a aspectos da cultura popular e outros elementos que provenham do contexto do educando.
A transversalidade segundo MININNI-MEDINA(1994) coloca um novo desafio para os professores, dando espaço para a criatividade e inovação, buscando novos caminhos para o fazer pedagógico de forma integrada, “ os temas transversais são um conjunto de conteúdos educativos e eixos condutores da atividade escolar que não estando ligados a nenhuma matéria em particular, pode-se considerar que são comuns a todas, de forma que, mais do que criar disciplinas novas, acha-se conveniente que seu tratamento seja transversal num currículo global da escola YUS(1998).
Os temas transversais podem ser trabalhados a partir de eixos temáticos, ou projetos escolares, pois permitem o exercício da cidadania, oportunizando o envolvimento dos alunos com as temáticas comunitárias relevantes vinculadas ao cotidiano da sociedade em que vive, possibilitando optar por diferentes situações, baseados em valores tais como responsabilidade, cooperação, solidariedade e respeito pela vida, integrando os conteúdos disciplinares e os temas transversais.
A Educação Ambiental como tema transversal postula-se dentro de uma concepção interdisciplinar do conhecimento e visa a consolidação da cidadania a partir de conteúdos vinculados ao cotidiano e aos interesses da maioria da população MININNI-MEDINA(1996) .
A temática ambiental e a Educação Ambiental não são novas nas escolas.
As diversas disciplinas têm incorporado nos seus currículos os temas contemporâneos . A inclusão dos temas transversais pode possibilitar um processo de construção e compreensão ao longo do processo educacional.
O objetivo desse projeto foi estruturar a comunidade escolar para uma mudança de atitudes em relação aos resíduos sólidos produzidos por ela.
Para tal foi analisado e discutido o melhor caminho para o lixo, mostrado que o lixo pode gerar renda, pode capacitar o aluno a buscar soluções para os problemas ambientais locais de forma organizada, enfocando os seus direitos de cidadãos e proporcionar um ensino de Ciências estimulante, incentivando o espírito de equipe e mostrando uma maneira de se reduzir o volume de lixo.
METODOLOGIA
A metodologia desenvolvida no projeto foi estruturada nas seguintes etapas:
1º momento – Utilização de vídeo com o programa “Lixo é Luxo”, leituras, confecção de mural, dramatização, debates e noticiários.
2º momento – Questionário passado a 32 pessoas de comunidade, para a verificação de hábitos relacionados ao lixo.
3º momento – Gincana ecológica (coleta seletiva) com duração de 10 dias envolvendo a comunidade escolar.
4º momento – Mostra de Ciências com a divulgação e premiação dos resultados obtidos na Gincana.
5º momento – Evento Família na Escola com oficinas de reutilização de materiais.
RESULTADOS e DISCUSSÃO
A partir de reuniões de planejamento realizadas na Escola com os professores, diretores e coordenadores implantou-se um projeto com a finalidade de promover o conhecimento ambiental para contribuir na transformação da sociedade, enfocando o problema do lixo, pois a produção do mesmo é maior que o consumo, BRANDÃO(1990) afirmou que a participação dos grupos sociais, populares e intelectuais comprometidos com a causa popular, permite a apropriação de um novo poder que lhe é dado pelo conhecimento. A concepção que norteou o projeto foi de estimular-se a desenvolver atividades numa visão integrada, envolvendo escola e comunidade e professores, que têm o compromisso e a responsabilidade de integrar seus conhecimentos, a fim de levar ao aluno a totalidade da questão. Isso comprova a afirmação de GUIMARÃES(1992) que a Educação Ambiental é uma dimensão a ser incorporada ao processo educacional.
Em agosto de dois mil e um, iniciou-se as atividades com 940 alunos matriculados no ensino fundamental, período de grande importância na educação do indivíduo, fase esta em que se encontram receptivos à idéias. No 1º momento foi utilizado vídeo que é uma ferramenta poderosa para a prática pedagógica. É um meio de informação, motivação ou sensibilização, pois permite aprimorar, questionar e reconstruir as mensagens veiculadas. Após a apresentação “Lixo é Luxo” foi identificado junto aos alunos uma mensagem marcante que iria servir de base para a discussão: “a falta de consciência leva as pessoas a jogarem o seu lixo pela janela e não se dão conta que a rua também faz parte de sua vida, faz parte do lar, da cidade inteira”, promoveu-se debates sobre as doenças causadas pelos resíduos sólidos, pois constituem um problema sanitário quando não recebem cuidados convenientes, podendo apresentar microorganismos prejudiciais à saúde humana. A turma foi dividida em grupos e cada grupo foi responsável pela apresentação de um problema, o que gerou um mural ilustrativo enfocando os tipos de doenças causadas pelos resíduos sólidos, o que mostra estar de acordo com a afirmação de GUIMARÃES (2000), onde a Educação Ambiental “é um processo de informação e formação orientado para o desenvolvimento da consciência crítica sobre as questões ambientais.”
Foi utilizado um questionário onde 32 pessoas da comunidade foram entrevistadas com o objetivo de se conhecer os hábitos relacionados ao lixo. As atividades desenvolvidas nesta primeira etapa permitiu com grandes evidências a necessidade da implantação do projeto na escola, VIEIRA(1996) afirma que o Desenvolvimento Sustentável, no qual insere-se a Educação Ambiental para a Sustentabilidade, envolve a discussão e resolução de questões ambientais como a alienação consumista.
Os resultados apresentados na questão número 1 entendemos que os 72% dos entrevistados que responderam afirmativamente podem ter se sentido constrangidos em dizer a verdade, pois sabemos que nossa cidade é cheia de lixo pelas ruas.


O lixo produzido pelo dia a dia das pessoas que circulam e que está confirmada nas respostas da questão da questão número 3, onde 62% entende que as pessoas que usam condução de um modo geral jogam o lixo pelas janelas e que 38% dos pedestres fazem seus descartes nas calçadas.

A questão de número 4, concluímos pelo alto índice da resposta negativa (69%) que o processo de cidadania ainda não está incorporado nas pessoas. Isto pode acontecer devido à violência e ao nível de stress das pessoas.

Na análise da questão de número 1 à questão número 5 fica vulnerável em dizer que não se educa a família sobre limpeza.

Com certeza as pessoas por mais humildes que sejam e com nível de escolaridade baixo, sabem da importância e relevância do tema, porém por falta de hábito não colocam em prática as ações que geram as atitudes positivas em relação aos seus descartes, deixando a responsabilidade para a escola. Se realmente 90% dos entrevistados estivessem preocupados em educar suas famílias as cidades não seriam tão sujas e os problemas ambientais gerados pelo lixo não existiriam, como afirma THIOLLENT(1985), que a “Educação Ambiental seria um processo no qual deveria ocorrer um desenvolvimento progressivo de um senso de preocupação com o Meio Ambiente”.
No segundo momento foi lançada a proposta de se organizar uma gincana “coleta seletiva”.
A gincana teve a duração de 10 dias com 15 turmas inscritas que se organizaram e participaram da atividade. O material que chegava era pesado e separado contando pontos para a turma. Apesar das dificuldades os professores que já tinham se conscientizado da necessidade do trabalho persistiram e o desenvolveram. Quanto aos pais a preocupação foi apenas momentânea. O resultado surpreendeu ao corpo docente, pois percebeu-se um envolvimento total e integrador dos alunos e seus pais, mesmo sendo apenas no momento do desenvolvimento do trabalho dentro da escola.
Dentre o material recolhido e posteriormente vendido destacaram-se 287 kg de papelão; 151 kg de plástico; 155 kg de jornal; 18 kg de alumínio e 64 kg de papel, perfazendo-se um total de 66675 kg de resíduos num montante arrecadado de R$62,29 que gerou fundos para a compra de material para a Feira de Ciências.
O terceiro passo ocorreu na I Mostra de Ciências com a premiação da turma vencedora, o que faz a afirmação de GUTIÉRREZ(1994), “parece impossível construir um desenvolvimento sustentável sem a educação para o Desenvolvimento Sustentável”, ratificar nossa ação.
O evento Família na Escola foi a quarta etapa do projeto, em que os pais participaram de atividades na escola junto aos seus filhos . As oficinas foram direcionadas para reutilização de diversos materiais como jornal, garrafas pet, caixas de leite, etc, segundo OLIVA e MUHRINGER(2000), “é preciso buscar formas da escola estar mais presente no dia- a – dia da comunidade, e também o inverso, isto é, a presença da comunidade no cotidiano da escola”.
As expectativas foram superadas por se observar nos pais a vontade de aprender e aproveitar objetos do dia a dia que vão para o lixo e transformá – los e até gerar renda. No que se refere aos resultados obtidos pelos alunos, esse é um ponto forte do projeto, pois os educandos se mostraram interessados e seus professores tentaram buscar maneiras de manter o interesse e fazê-los participar.
Todo trabalho de Educação Ambiental está voltado para o futuro e é de longa duração como o de formação de hábitos, recuperação de valores, solidariedade e responsabilidade social.
CONCLUSÃO
Contudo melhorias significativas poderão ser obtidas através da continuidade deste trabalho que de certo modo acompanhará o Projeto Ética e Cidadania fazendo uma ligação com Educação Ambiental através da transversalidade curricular.
Pode-se dizer, com outras palavras que o processo em Educação Ambiental tem que partir da realidade encontrada, mas não prescindir da ética, do esforço, da solidariedade, da liberdade. Não é um processo educacional que acaba em uma sala de aula, vai além da escola.
A Educação Ambiental é um processo que afeta a totalidade da pessoa, na etapa da educação formal, e que deveria continuar na educação permanente. Possui uma forte inclinação para a formação de atitudes e competências, definidas, desde o Seminário de Belgrado, como consciência, conhecimentos, atitudes, aptidões, capacidade de avaliação e de ação crítica no mundo.
Não se trata de ensinar sobre a natureza, mas de educar “para” e “com” a natureza, para compreender e agir corretamente antes os grandes problemas das relações do homem com o ambiente: trata-se de ensinar sobre o papel do ser humano na biosfera para a compreensão das complexas relações entre a sociedade e a natureza e dos processos históricos que condicionam os modelos de desenvolvimento adotados pelos diferentes grupos sociais.
BIBLIOGRAFIA CITADA
BRANDÃO, C.R. (Org). Pesquisa Participante. São Paulo, Brasiliense, 1990.
BRASIL, Congresso Nacional.Constituição Federal.Brasília: Diário da União,5 de outubro de 1988.
_______. Ministério da Educação.Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: terceiro e quartos ciclos: apresentação dos temas transversais. Brasília: Ministério da Educação/ Secretaria de Educação Fundamental,1998.
GUIMARÃES,Mauro. Avaliação em Ciência e Tecnologia: um estudo prospectivo em Química. Rio de Janeiro, dissertação de mestrado em Ciência da Informação, CNPq/UFRJ,1992,288p.
GUIMARÃES, Mauro. Viver de Bem – Atividades para Educação Ambiental. Rio de Janeiro: Ao livro técnico, 2000.
GUTIÉRREZ, H.C. La investigación toal: la unidad metodológica en la investigación científica. Santafé de Bogotá, Presencia, 1994.
HUCKLE, J. Realinzing sustainability in changing times. In: Education for sustainalility. London: Earthscan,1996.
MEDINA,.N. M. “Elementos para a introdução da dimensão ambiental na Educação Escolar – 1º grau” . In: Amazônia: Uma proposta interdisciplinar de Educação Ambiental. Brasília, IBAMA, 1994.
_____________.” A Construção do Conhecimento”, IBAMA, Série Meio Ambiente em debate, Brasília, 1996.
OLIVA,Jaime Tadeu; MUHRINGER, Sônia Marina. Educação e Educação Ambiental II – Curso Básico à Distância. Ministério do Meio Ambiente . Brasília, 2000.
YUS, R. Temas Transversais: Art.Med, 1998. Em busca de uma nova escola. Porto Alegre:
THIOLLENT, M. Metodologia da Pesquisa Ação. São Paulo : Cortez, 1992.
VIEIRA,P.F. Gestão Patrimonial de Recursos Naturais: Construindo o Ecodesenvolvimento em Regiões Litorâneas. In: CAVALCANTI, e (Org) Desenvolvimento e Natureza: Estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo: Cortez, 1995.
AUTORES
- Rita de Cássia BARBOSA
- Lilian GAMA
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6 Comentários para “O luxo do lixo”
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10:32 em 20/05/2008
Só uma sugestão a mais para o site..
Não localizei nada falando de consumo.. e hoje ele é considerado o grande vilão da Natureza, pois está relacionado com o lixo, com o desmatamento, com tráfico de aminais silvestres, da desigualdade social e muito mais.
Teresinha
19:38 em 20/05/2008
Olá de novo Teresinha…
Você tem toda a razão. Penso exatamente desta maneira.
Mas o saite está em construção, e até agora só colocamos os artigos do VII encontro de EA do Rio de Janeiro – e ainda faltam muitos.
Com certeza artigos falando do consumo irão surgir.
Convido-a a enviar alguma coisa, se quiser. Envie através do “fale conosco”.
E mais uma vez, te convido a procurar informações a respeito no http://diariodoprofessor.com
Lá você encontrará a categoria “Sobre Lixo”, com artigos sobre o tema:
http://diariodoprofessor.com/category/sobre-lixo/
Assim como minha dissertação de mestrado, na qual falo muito disso, nos dois últimos capítulos, principalmente:
http://diariodoprofessor.com/2007/10/21/dissertacao/
Por fim, há uma categoria de links, à direita, sobre lixo também.
Divirta-se,
Declev
07:32 em 05/11/2008
0 homem esta ameaçando sua propria espècie com sua ignorância sua existência devido seus atos cometidos,reciclar è garantir sua pròpria cultura.
06:25 em 07/11/2008
nossa se todo mundo reciclace o lixo que eles jogam nas ruas com certeza haveria menos poluiçao.todos nos temos que tomar providencias e parar de poluir tanto a natureza.tchllllll.
14:32 em 08/11/2008
Olá Poliane e Licilane,
Convido-as a debaterem comigo estas questões, em alguns artigos no Diário do Professor:
http://diariodoprofessor.com,
Especialmente na categoria “Sobre Lixo” :
http://diariodoprofessor.com/category/sobre-lixo/
Abraços.
15:01 em 08/04/2009
Se cada um fizesse um pouquinho do que lhe cabe, causariamos um impacto significativo na qualidade de vida de toda comunidade.