Educação Ambiental no espaço da ciência da Universidade Estadual do Norte Fluminense, através da divulgação do conhecimento da biologia de espécies ameaçadas de extinção visando a proteção da fauna silvestre

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O Espaço da Ciência funciona como um museu temático, tendo suas principais exposições na área de biologia e física e vem desenvolvendo atividades para a proteção da fauna e do meio ambiente. Uma de suas atividades protecionistas foi o recebimento de animais através de um termo de conduta, com o objetivo de avaliar suas condições de saúde, tentar reprodução (no caso dos animais ameaçados de extinção) e reintrodução ou soltura dos mesmos na natureza. Durante 2 anos de funcionamento, uma média de 769 animais passaram pelo Espaço da Ciência. Ocorreram cerca de 160 óbitos, tendo como principal causa os maus tratos recebidos antes da apreensão. Muitos foram devolvidos à natureza, entre estes 3 tamanduás, 10 jibóias e várias aves. No último cálculo dos animais presentes no criadouro, havia 161 indivíduos, das mais variadas espécies. O conhecimento adquirido com o recebimento dos animais foi armazenado em um banco de dados, sendo disponibilizado para a comunidade, objetivando sensibilizá-la para proteção da fauna regional. Neste período o Espaço da Ciência procurou oferecer toda espécie de informação sobre a rica fauna silvestre do norte/noroeste fluminense, utilizando-se da mídia, de cursos, palestras, peças teatrais e filmes da natureza, resultando em um retorno social de imensa importância para a região.

Introdução

Uma das características da história recente dos museus é o aprofundamento do seu papel educativo, em especial na colaboração com instituições escolares. Os museus contemporâneos temáticos oferecem aos seus visitantes, além das exposições visuais, existentes nos museus tradicionais, exposições interativas, assim como abordagem a uma grande variedade de temas e podem atuar tanto como espaço formal como informal (BARSA, 2001). A maioria dos museus existente surgiu de uma quantidade de objetos reunidos por distintos motivos que foram organizados e utilizados de forma variada, já os museus de ciências temático tem a vantagem de poder decidir o museu que se quer, para quê e para quem e desenhá-lo em função desta decisão. A problemática deste museu não está em organizar, adaptar e agregar materiais a algo já existente, e sim implica num compromisso de elaborar um projeto consistente com os objetivos que se propõem, não excluindo material herdado, onde se privilegia a função transmissora ou educativa da instituição (DUJOVNE, 1993). A exposição ao público é a própria razão de ser do museu. Todas as atividades do museu devem ser analisadas cuidadosamente para compreender como elas podem contribuir para o papel educacional da instituição (MUSEUNS & GALLERIES COMMISSION, 2001).

O Espaço da Ciência da Universidade Estadual do Norte Fluminense – UENF funciona como um museu de ciências temático, inicialmente com exposições na área de física, biologia e uma pequena amostra geológica. Localizado na região noroeste no município de Campos dos Goytacazes.

Devido a uma antiga relação desarmônica entre as atividades humanas e o meio ambiente, a região norte/noroeste fluminense sofreu grandes danos, desde os tempos dos sesmeiros, no século XVII. A natureza foi generosa com a região, onde mesmo após investidas devastadoras do homem contra o meio ambiente, ainda é possível ver-se lindas lagoas, em número superior a 60, rios piscosos, avifauna e ictiofauna muito ricas.

O homem do campo e mesmo da cidade, nesta enorme região do estado do Rio de Janeiro, envolve-se com uma antiga tradição, como as pescarias, considerada muitas das vezes como pesca predatória devido a utilização de malhagem não apropriada e pelo descumprimento pelos pescadores da época de defeso do pescado. Outros danos ambientais causados tradicionalmente pelo homem da terra dizem respeito às queimadas, que além de matar muitos animais na roda de fogo, polui o ar atmosférico com partículas (fuligem), além de enfraquecer a terra pela eliminação de microorganismos decompositores e transformadores de detritos em matéria orgânica mineralizada, esta prática é muito comum na região devido ao plantio da cana de açúcar, tal plantio, ainda polui o solo com agrotóxico (apesar da proibição ou do uso limitado de 113 produtos agrotóxicos em vários países, 29 deles são permitidos no Brasil pela portaria número 10/DISAD, 12/03/85) (PEDRINI, apud CUSTÓDIO, 1991).

Continuando a lista de agressões podemos citar a retirada de areia das margens dos rios, a destruição a níveis alarmantes da sua vegetação marginal, a descarga in natura de vinhoto em alguns rios da região (por exemplo Rio Ururaí), o despejo de esgoto não tratado, a caça ilegal muito comum em áreas como a Lagoa Feia.

Todo este processo de desmatamento e descaracterização do ambiente, nesta macroregião, vêm causando desequilíbrios. O efeito pode ser notado devido a proliferação de aranhas caranguejeiras em áreas residenciais e presença de animais nocivos ou transmissores de doença, como cupins e ratos. Ao situarmos o homem como o principal causador do desequilíbrio do meio ambiente, defendemos a teoria que para o manejo correto deste, precisamos conhecê-lo primeiro. Este conhecimento é adquirido através da pesquisa e sua divulgação recai na educação ambiental. De acordo com PEDRINI (1997) “a educação ambiental se insurge num contesto derivado do uso inadequado dos bens coletivos planetários em diferentes escalas espaço – temporais”.

A lei 3325/99 define educação ambiental como um conjunto de processos através dos quais os indivíduos e a coletividade adquirem conhecimentos necessários sobre o espaço em que vivem e sobre os meios para melhorá-lo, objetivando suscitar mudanças de comportamento na sociedade desde o presente, preservando o ambiente para futuras gerações, onde os indivíduos devem construir, enquanto grupo social, valores, novos conhecimentos, atitudes e habilidades indispensáveis para a conservação do meio ambiente, patrimônio coletivo essencial para a vida saudável e para a construção de uma sociedade auto-sustentável. Para tanto, através da cooperação de diversos órgãos públicos (UENF, FENORTE e CICIERJ), iniciou um grande projeto intitulado “Espaço da Ciência” com várias unidades. O “Espaço da Ciência” foi inaugurado em 28 de julho de 1999 com a finalidade de divulgar de maneira didática e lúdica, a ciência, além de fomentar a educação ambiental, procurando com base no conhecimento adquirido pela comunidade, diminuir os desrespeitos com a natureza. Uma das unidades fundamentais do “Espaço da Ciência é o “Museu Vivo”, o qual enfoca o tema biodiversidade na região de Campos dos Goytacazes, com base em material científico, exposição de animais e plantas, além de uma exposição voltada às questões referentes à saúde pública e um espaço interativo com a comunidade. O “Museu Vivo” proporciona um grande impulso relativo à informação não formal sobre ecologia, zoologia, botânica e geologia, prestando serviço à comunidade de estudantes, pesquisadores e visitantes.

DIAS (2000) recomenda que se elabore o perfil ambiental da comunidade ou instituição para a qual será planejado, executado e avaliado um projeto ou programa de educação ambiental, o que fornece subsídios importantes para um planejamento seguro mais próximos das carências reais. Afirma que o perfil ambiental termina revelando as prioridades da comunidade e estas a determinação dos objetivos. Na lei estadual 3325/99 diz o seguinte no Art.14o – “Entende-se por educação ambiental não formal as ações e práticas educativas voltadas à sensibilização da comunidade, organização, mobilização e participação da coletividade na defesa da qualidade do meio ambiente.” Procuramos durante as atividades de visitação ocorridas no Espaço da Ciência, fornecer informações sobre alguns problemas ambientais ocorridos na região de maneira não formal, de preferência aqueles ainda não observados pela população local.

Um dos trabalhos aqui desenvolvidos foi o recebimento de animais apreendidos pelo IBAMA e Batalhão Florestal, através de um termo de conduta, assinado pela UENF, Batalhão Florestal, Ministério Público e ONGs, com o objetivo de avaliar suas condições de saúde, tentar reprodução em cativeiro (no caso dos animais ameaçados de extinção) e reintrodução ou soltura dos mesmos na natureza, ficando o Espaço da Ciência encarregado do acautelamento e identificação das espécies apreendidas, além da destinação, com anuência do IBAMA. Os dados obtidos com este trabalho foram utilizados para fins educacionais. No ano de 1973 eram 60 espécies em extinção no Brasil em junho de 1989, a Sociedade Brasileira de Zoologia relacionou as 250 espécies animais extintos (DIAS 2000). A nova lista de animais ameaçados de extinção do IBAMA consta de mais de 400 animais, apesar das muitas leis de proteção ambienta, nosso patrimônio biológico tem se perdido a cada dia, daí a nescessidade de uma educação voltada para o ambiemte.

A educação ambiental no Brasil, desde que se tornou exigência constitucional em 1988, a ser garantida pelos governos federal, estadual, e municipal (art.225, parágrafo 1o , VI), vem percorrendo uma trajetória marcada por grandes dificuldades e indefinições, mas de ampla e reconhecida importância para a formação de cidadãos conscientes da necessidade de uma equilibrada relação do homem com o meio ambiente. Esta trajetória passa necessariamente pela educação formal e pela informal (RIBEIRO et. al., 2001)

Objetivo

Descrever como foi desenvolvida a atividade de recebimento de animais pelo Espaço da Ciência, sua importância para preservação e perpetuação de espécies ameaçadas e metodologia utilizada para o desenvolvimento da educação ambiental fazendo uso de dados obtidos com a mesma.

Material e métodos

Utilizou-se indicadores auxiliares (fornecido pelo IBAMA) para definir a destinação dos animais, estes especificados abaixo:

Os indicadores representam um somatório de informações que permitem subsidiar, uma tomada de decisão, com relação a destinação final de cada exemplar, na maioria das vezes.

A destinação final se refere à soltura, transferência para outro local, manutenção em cativeiro ou no caso dos indivíduos que chegaram mortos, eram colocados em freezer para futura taxidermização. A entrega dos animais é formalizada por autoridades competentes e um recibo de entrada é assinado pela autoridade da apreensão, ficando o original com o IBAMA e as cópias com o Espaço da Ciência e a autoridade que trouxe o animal. Estes recibos foram analisados para quantificar o número de animais recebidos, os óbitos, e solturas na natureza (todos os procedimentos foram com anuência do IBAMA). Registramos os animais pertencentes à fauna brasileira e os exóticos e identificados os animais ameaçados de extinção. As bibliografias utilizada para identificação das espécies foi (EMMONS, 1990 ; FOWLER & CUBAS, 2001).

Foram consultados os livros de visitas do Espaço da Ciência para caracterizar seu público alvo, quanto ao número percentual de visitas e se estas são de escolas particulares ou públicas.

As atividades de educação ambiental relacionadas a fauna, desenvolvidas pelo Espaço da Ciência, foram registradas.

Resultados e Discussão

Em dois anos de funcionamento, uma média de 769 animais foram recebidos pelo Espaço da Ciência. Algumas vezes, recebeu-se animais caídos de ninhos como filhotes de coruja e papagaio, que se não cuidados morreriam de inanição. Durante este período alguns animais nasceram em cativeiro, entre eles quatro mico estrela de tufo preto, um bugio, 20 jibóias, quatro queixadas, quatro jacupemba. Dos 769 animais registrados, 4% eram mamíferos, 3% répteis, 85% aves, 6% invertebrados, todos pertencentes à fauna silvestre. Estes animais, na sua grande maioria, eram destinados ao comércio ilegal ou foram recolhidos em residências e fazendas particulares, onde eram tratados como animais domésticos.

No último cálculo dos animais presentes no Espaço da Ciência, haviam 161 indivíduos, das mais variadas espécies, relacionados abaixo:

Relação de Animais do Espaço da Ciência

04 de dezembro de 2002

As bibliografias utilizada para identificação das espécies foi (EMMONS, 1990 ; FOWLER & CUBAS, 2001).

Os animais mantidos em cativeiro por tempo prolongado, não puderam retornar ao seu habitat de origem, pois estes perderam a capacidade de caçar seu alimento e de se defenderem dos predadores. Em alguns casos, o confinamento promoveu a atrofia de seus membros, e se libertados, mesmo que em locais propícios, dificilmente sobreviveriam. Dos animais apreendidos, os que se encontravam recentemente em cativeiro, eram avaliados e, se apresentassem boas condições de sanidade, era feita a soltura em um ecossistema adequado. Nos nossos arquivos, há o cadastro de 220 animais devolvidos à natureza, entre estes podemos citar: Vários passeriformes (garibaldi, vira-bosta, canário da terra, coleiro e melro); mamíferos (tamaduá mirim, preguiça de coleira e ouriço cacheiro); répteis (jacaré de papo amarelo e jibóia).

Quando não havia acomodação para manter um determinado animal, este era recebido por questão emergencial, com posterior transferência para um zoológico ou outro local capacitado. Foi o caso de um leão (Panthera leo) apreendido no dia doze de março de 2002 que, 45 dias depois, foi transferido para um zoológico em São Paulo.

Muitos dos animais quando eram recebidos pelo Espaço da Ciência, se encontravam totalmente debilitados, ou mortos. Algumas das mortes foram provenientes de atropelamento, tiro ou devido aos maus tratos recebido por parte dos traficantes antes da apreensão. Houve alguns casos, em que o animal não possuía danos físicos, porém, o stress ao qual foi submetido, levou-o a morte.

Foram cadastrados 160 óbitos, infelizmente, entre estes, alguns ameaçados de extinção, como cágado de hogei, bugio, preguiça de coleira, chanchão. Estes, juntamente com outros animais recolhidos mortos em praias, campos, restingas ou em estradas, foram taxidermizados e passaram a fazer parte da exposição do museu, com etiquetas informativas sobre a causa da sua morte, objetivando conscientizar os visitantes a favor do meio ambiente, além de fornecer informações sobre a fauna local.

De acordo com a instrução normativa n° 003, de 15 de abril, fornecida pelo IBAMA (1999), considera-se animal pertencente à fauna silvestre brasileira “todos aqueles animais pertencentes as espécies nativas, migratórias e quaisquer outras, aquáticas ou terrestres, que tenham todo ou parte do seu ciclo de vida ocorrendo dentro dos limites do território nacional ou em águas jurisdicionais brasileiras, com exceção das espécies susceptíveis à pesca; e pertencem a fauna silvestre exótica, todos aqueles animais pertencentes às espécies ou subespécies cuja distribuição geográfica não inclui o território nacional e as espécies ou subespécies introduzidas naturalmente ou pelo homem, através das fronteiras, inclusive doméstica, em estado asselvajado ou alçado”. Desta maneira as espécies recebidas, eram classificadas como, silvestre brasileira ou exótica, das quais apenas 11 foram identificadas como não pertencentes à fauna brasileira, entre elas leão, canário roller, pingüim, periquito real, bico de lacre, periquito australiano e porco da Índia. Resultado preocupante quando analisamos que parte destes animais foram retirados da posse de traficantes, o que enfatiza esta atividade como algo lucrativo, para a infelicidade do nosso patrimônio biológico, pois devemos levar em consideração que, havendo a necessidade de um equilíbrio ecológico, a retirada contínua de uma espécie de um determinado nicho , pode desencadear a extinção de inúmeras espécies, já que uma espécie depende de outra para sua existência.

Um dos grandes problemas para acabar com o tráfico, é que sempre existem compradores, e estes têm preferência por animais raros, como os ameaçados de extinção. Com base neste fato, o Espaço da Ciência da Universidade Estadual Norte Fluminense, resolveu investir num trabalho de educação ambiental utilizando os dados obtidos neste projeto. Fazendo uso de um cronograma pré-determinado, procuramos aliar educação ambiental, com a formação da consciência cidadã, acreditando que informações sobre a perda biológica regional, podem ser entendidas e assimiladas de maneira mais eficiente, promovendo mudanças de conceitos, hábitos e atitudes, referente ao relacionamento humano com o meio ambiente.

Estas atividades foram desenvolvidas principalmente durante as visitas escolares, que constituía a maior porcentagem de visitantes. A instituição é aberta a comunidade, porém as visitas escolares são marcadas antecipadamente. Toda visita é acompanhada por um monitor do próprio Espaço da Ciência, o qual é capacitado para dar informações referentes às exposições. No decorrer da visita, ocorrem palestras no animário (planetário modificado), sobre os animais ameaçados de extinção e meio ambiente. Vídeos de curta metragem sobre os animais apreendidos pelo IBAMA, são apresentados, juntamente com informações referentes a cada bicho. A forma de abordar o assunto referente a proteção da fauna era adaptada ao padrão dos visitantes, e a capacidade de entendimento do grupo. Outro método utilizado, era informação ecológica através de esquetes teatrais (atraente para crianças e adolescentes). Estes foram realizados por grupos de outras instituições convidados pelo Espaço da Ciência, como a ONG Ecocidadão. O enfoque geralmente foi a poluição ambiental, o desmatamento e a perda da diversidade de espécies. Em estudos recentes, identificamos que nosso maior número de visitas é escolar, principalmente de redes públicas, acreditamos que o desenvolvimento de atividades de educação ambiental, possa fornecer informações essenciais, que muitas vezes carecem nas escolas.

Conclusão

Cerca de 769 animais dos animais apreendidos pertenciam a fauna brasileira. Destes, 220 foram reintroduzidos. Ocorreram 160 óbitos. Algumas espécies ameaçdas de extinção nasceram em cativeiro como o bugio Alouatta guariba, a jacupemba Penelope obscura e a queixada Tayassu pecari.

Todo conhecimento adquirido com o programa de recebimento de animais, foi armazenado em um banco de dados, sendo disponibilizado para comunidade, numa tentativa de conscientização, para não aquisição de animais silvestres, e proteção dos mesmos. Neste período o Espaço da Ciência procurou oferecer toda espécie de informação sobre a rica fauna silvestre do norte/noroeste fluminense, utilizando-se da mídia, de cursos, palestras, peças teatrais, filmes da natureza, resultando em um retorno social de imensa importância para a região.

A educação, é a melhor forma para desenvolver consciência ecológica no ser humano, para tanto, toda e qualquer instituição deveria investir em educação ambiental, visando a proteção do meio ambiente, já que dependemos dele para sobreviver.

Bibliografia Citada

Barsa , Nova Enciclopédia., 2001. Museus. Barsa, Barsa Consultoria Editorial LTDA. São Paulo. 207-210.

Dias, G.F., 2000. Educação Ambiental, Princípios e práticas. Editora Gaia, SP, 6a edição. 551pp.

Dujovne, M., 1993. Entre Musas e Musaranas :Una visita al museo 65-95. Colección Popular.

Emmons, L.H., 1990. Neotropical Rainforest Mammals: A Field Guide. The University of Chicago Press edit, Chicago. 281 pp.

Fowler, M. E. & Cubas, Z. S., 2001. Biology, Medicine, and Surgery of South America Wild Animals. 1ª edition. Iowa State University Press edit, Iowa. 536 pp.

Museums & Galleries Commission, 2001. Museologia Roteiros práticos: Educação em Museus. Museums & Galleries Commission. Edusp. 3:26 pp.

Pedrini, A. G. de., 1997. Educação Ambiental, Reflexões e práticas conteporâneas. Ed. Vozes, RJ. 294 pp.

Ribeiro, M.G.L., et al. 2001. Atividades lúdicas no ensino de ecologia e educação ambiental: uma nova proposta de ensino. UFF. Anais do I EREBIO. 120-123.

Autores:

Av. Alberto Lamego 637 Bl.17 Ap.102 Campos dos Goytacazes –RJ CEP 28013-602.

Anais do VII Encontro de Educação Ambiental do Estado do Rio de Janeiro
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 23-25 de setembro de 2004

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2 Comentários para “Educação Ambiental no espaço da ciência da Universidade Estadual do Norte Fluminense, através da divulgação do conhecimento da biologia de espécies ameaçadas de extinção visando a proteção da fauna silvestre”

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    18:52 em 15/05/2008

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    gostaria de saber sobre o jaboti cabeca amarela quantos ovos as femeas poem e quanto tempo demora para nascer desde ja obrigado

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