A insersão das escolas no manejo do Parque Estadual da Pedra Branca (RJ)
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O presente trabalho é um relato da experiência relacionada ao projeto de extensão “A Escola e o Parque Estadual da Pedra Branca”, que vem sendo realizado pelo Grupo de Estudos Ambientais (GEA) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), desde 2001. O Parque Estadual da Pedra Branca é a segunda mais importante Unidade de Conservação do Município do Rio de Janeiro e seus recursos naturais encontram-se ameaçados pelas diversas ações impactantes que vêm ocorrendo. Por sua vez, as escolas próximas, ainda desconhecem seu valor e importância, da mesma maneira que necessitam de práticas educativas que as capacitem para servirem de agentes de proteção e difusão do Parque, como área a ser protegida. Neste sentido, está sendo criada uma rede de conhecimento ambiental nas escolas públicas municipais (ensino fundamental) que se localizam em seu entorno. As ações educativas formais já foram aplicadas em uma escola, localizada na vertentes leste do Parque, compreendendo a capacitação de três professores, e aproximadamente 120 alunos da 4a. e 5a. série (muitos dos quais moradores próximos à referida unidade de conservação) desempenhando, portanto, o seu papel na conservação dos últimos remanescentes de Mata Atlântica da cidade do Rio de Janeiro.
INTRODUÇÃO E OBJETIVOS
A cidade do Rio de Janeiro, no seu processo de evolução, enfrentou problemas de ocupação para abrigar a crescente população. Ela foi se expandindo e a população necessitou de mais espaço, ocupando então as áreas mais elevadas, ou seja, as encostas dos maciços litorâneos. As comunidades que habitam desordenadamente estas encostas, consolidadas na zona metropolitana da cidade, avançam para a Zona Oeste e atingem o maciço da Pedra Branca (COSTA, 2002), onde se localiza a segunda mais importante Unidade de Conservação do município: Parque Estadual da Pedra Branca (PEPB).
A finalidade da presente investigação é criar uma rede de informações sobre o PEPB entre as escolas do seu entorno, de maneira articulada, baseada na realização de práticas coletivas que venham, não somente gerar conhecimento ambiental sobre a referida unidade de conservação, como conduzir à conservação de seus recursos naturais, dentro do conceito de manejo participativo. Neste sentido, buscou-se desenvolver, junto aos professores e alunos da 4ª e 5ª séries do ensino fundamental, práticas pedagógicas participativas em Educação Ambiental, utilizando o princípio do Meio Ambiente como uma das leituras do mundo e ligação com a realidade local, articulando-o aos conteúdos programáticos das diversas disciplinas. Foram inicialmente selecionadas duas escolas sendo uma delas, considerada a escola piloto dos trabalhos: Escola Municipal Francis Hime, localizada no bairro da Taquara, próxima à sede da referida unidade de conservação.
RELEVÂNCIA DO TRABALHO
A extensão do projeto para as escolas do entorno do PEPB, fundamenta-se no princípio de que a Escola, ao participar dos problemas de sua comunidade, se tornará um instrumento para que alunos e professores se tornem cidadãos reflexivos, participativos e transformadores do seu ambiente.
Dentro dessa perspectiva acreditamos que o processo educativo que envolve as questões ambientais é de construção de uma cidadania. Neste sentido ANDRADE (1993, p. 96), coloca que:
“As dificuldades só podem ser vencidas com alianças e cumplicidade de todos os envolvidos no ambiente escolar que, como todo o ambiente vivo, não deve se constituir em lugar de imobilismo, nem descrença. A comunidade escolar, precisa estar presente nas decisões coletivas, para se apropriar afetivamente, de seu destino como algo que também lhe pertence.”
GONÇALVES (1989, p. 120), reforça que:
“Atuar no ambiente significa compreender o espaço onde se dão as relações entre os homens no seu cotidiano de vida. O papel da Escola neste sentido é refletir sobre os problemas da comunidade, orientar seus alunos na busca de soluções para as dificuldades encontradas e implantar uma educação realmente voltada para o meio ambiente. Assim, a escola atingirá um nível de integração e inter-relacionamento indispensáveis à execução dos projetos que venham a ajudar a comunidade na qual ela se insere”.
Já FREIRE (1992), em sua preocupação com a educação das classes populares e ao construir uma verdadeira concepção política do ato de educar, adotou como princípios fundamentais a valorização do cotidiano do aluno e a construção de uma práxis educativa que estimule a leitura crítica do mundo. Neste caso, a Educação Ambiental é o instrumento de ação e a Escola é um agente básico e legítimo neste processo de construção do elo entre o aluno e o ambiente de sua comunidade. A Educação Ambiental está portanto, intrinsecamente ligada à transmissão de um conhecimento científico vinculado à realidade cotidiana dos alunos, que os levarão à ações concretas iniciadoras de uma mudança comportamental individual e coletiva.
A importância da compreensão do espaço social local em que a escola está inserida e das relações, identidades e representações nele construídos, permite ao aluno exercitar, no seu dia a dia, uma compreensão mais global e crítica da comunidade, da cidade e do mundo.
As propostas educativas apresentadas trabalham sobre o cotidiano, buscando reconstruir os significados dos espaços nos quais se vive, transformando-os em lugares (TUAN, 1980).
METODOLOGIA
Incorporando na Educação Ambiental aspectos políticos, sociais, econômicos, científicos, tecnológicos, éticos, culturais e ecológicos, surgiu a possibilidade de se vincular a realidade, aos processos educativos estruturando suas atividades em torno dos problemas concretos que se impõem à comunidade, enfocados através de uma perspectiva interdisciplinar .
A metodologia empregada visa desenvolver, junto aos professores de 4ª e 5ª séries do ensino fundamental, atividades didáticas ligadas à algumas disciplinas, tendo como princípio educativo a “Natureza que nos cerca”, procurando articular os conceitos de Identidade, Espaço, Tempo e Transformações.
A ampliação e articulação dos conteúdos programáticos com o conhecimento e informações de conceitos e práticas de educação ambiental, por parte dos alunos da rede escolar existente nas comunidades, constitui-se uma forma segura de garantir a cognição
desses conhecimentos e provocar mudanças nas práticas e atitudes nas comunidades (RODRIGUES, 1998).
O desenvolvimento deste trabalho constou de uma série de atividades, sendo que algumas das mais importantes estão a seguir apresentadas:
- Aulas teóricas participativas, com destaque para o desenvolvimento de conceitos associados à meio ambiente, acidentes naturais, áreas de risco, educação ambiental e participação comunitária;
- Aulas práticas, voltadas para identificação e reconhecimento de situações locais relacionadas a existência de riscos geológicos (deslizamento de encostas, inundações, etc.) e a caracterização de seus atributos;
- Vídeos educativos com experiências feitas por órgãos públicos, instituições de ensino/pesquisa e ONGs, que agregam informações e conhecimentos nestas questões;
- Leitura de textos que apresentaram, de forma didática, ensinamentos e relatos de experiências dentro do campo da educação ambiental e de utilização de técnicas associadas à redução do grau de risco de acidentes naturais;
- Trabalhos de Campo (aula-passeio) na área do PEPB, com objetivo de ilustrar e mostrar, didaticamente, situações, comportamentos e conseqüências associadas a riscos naturais e a práticas de conservação da natureza;
- Técnicas de sensibilização, procurando despertar e desenvolver o interesse, a preocupação e a valorização dos diversos aspectos relacionados aos valores do meio ambiente onde residem, em especial à área do Parque Estadual da Pedra Branca;
- Dinâmicas de grupos que contribuíram para maior integração e participação do conhecimento e das experiências.
Foi previamente realizado o levantamento das escolas municipais próximas ao PEPB e suas potencialidades em termos de infra-estrutura adequada (como salas de aulas equipadas com vídeo-cassete, televisão, mapas, etc.) às práticas pedagógicas. Selecionada as duas primeiras escolas para início dos trabalhos, foram realizadas reuniões com os professores e a orientadora pedagógica da escola piloto (Francis Hime) para a elaboração do escopo das atividades, bem como das ementas/programas das aulas. Tal etapa ocorreu entre os meses de julho e setembro de 2002.
RESULTADOS ALCANÇADOS NA ESCOLA PILOTO DO PROJETO
A Escola Municipal Francis Hime, localiza-se na estrada do Pau da Fome (bairro da Taquara – Jacarepaguá), contígua ao Parque Estadual da Pedra Branca. Foi considerada pelo Grupo de Estudos Ambientais da UERJ (GEA) e pela administração do PEPB, como a escola piloto do Projeto, em função: de sua contigüidade com a Mata Atlântica e relativa proximidade com a sede administrativa do Parque; de sua boa infraestrutura logística para o desenvolvimento das atividades previstas; e do forte interesse e participação dos alunos e professores em trabalhos de educação ambiental.
Foram trabalhadas três turmas de 4a e uma turma de 5a série, correspondendo a aproximadamente 120 alunos e três professoras.
1 – O conhecimento da realidade ambiental do PEPB
Inicialmente, buscou-se levar aos professores o conhecimento das práticas pedagógicas participativas que seriam aplicadas aos alunos através de palestras. O objetivo foi prepará-los para acompanhar as atividades programadas para as turmas.
Num segundo momento, foram efetivamente desenvolvidas as atividades direcionadas à informar e orientar os alunos que residem nas comunidades localizadas nas encostas (e áreas próximas) do maciço da Pedra Branca, sobre: as principais características geo-ambientais do PEPB, seus problemas ambientais, a prevenção de riscos de deslizamentos e inundações, e os trabalhos preventivos quanto a ocorrência de doenças. Tudo isso, despertando noções de cidadania, consciência ecológica e participação comunitária.
1.1 – Atividades para as turmas de 4a. série
As atividades planejadas foram dirigidas para três turmas de 4a série (duas no turno da manhã e uma no turno da tarde), no período de setembro a dezembro de 2002, reunidas em quatro conjuntos, abordando os seguintes temas:
a) Reconhecendo e interpretando seu lugar – Esta atividade constou de apresentação, aos alunos, de seu ambiente de sala de aula e da escola como um todo. Usando os sentidos (visão e audição) eles puderam perceber e interpretar os objetos e o ambiente ao seu redor (sons de pássaros, a presença da floresta, o mico nas árvores, etc.). Como atividade extra classe, foi pedido que desenhassem o percurso que fazem, todos os dias, de casa à escola. Os resultados obtidos foram discutidos e corrigidos pela professora e, como forma de incentivo, foi realizado um mural exposto no pátio da escola, contendo os melhores trabalhos.
b) Conhecendo a natureza – Foi feita uma narração de uma história intitulada “O fogo e a floresta”, numa visão lúdica de como as queimadas podem ser prejudiciais ao meio ambiente, principalmente aos recursos naturais (solo, vegetação e fauna). Posteriormente, deu-se início as discussões do texto lido procurando abordar conceitos como: meio ambiente, natureza, conservação e preservação. Foi possível, através de mapas e ilustrações, localizar no município do Rio de Janeiro, a escola e o Parque Estadual da Pedra Branca. Paralelamente, foram mostradas as diferenciações nas formas de relevo da cidade do Rio de Janeiro (maciço, montanha, baixada, etc.) e o significado/importância da Mata Atlântica. Por último, enfatizou-se o significado da existência da unidade de conservação.
c) A realidade local conhecida e interpretada – Este conjunto de atividades foi desenvolvido fora de sala de aula, no entorno da escola. Constituiu-se dois módulos, assim denominados: “O que acontece quando chove” e “O lixo: o grande vilão do meio ambiente”. No primeiro, foram mostradas nas encostas e rios próximos da escola, os principais efeitos das chuvas e o papel da vegetação no balanço hídrico dos solos e no controle dos processos erosivos. No segundo, foi dada ênfase aos danos ambientais que o lixo provoca. Procurou-se mostrar o tempo de decomposição dos materiais e o que eles provocam quando jogados nas encostas e no sistema de drenagem. Este conjunto foi encerrado com uma prática feita em sala de aula, envolvendo o reaproveitamento de materiais: caixas de papelão, jornais e garrafas de plástico (PET). Todo material produzido foi mostrado em exposição, realizada na própria escola e organizada pelos professores e alunos.
d) A realidade ambiental visitada – À semelhança das atividades anteriores, esta foi desenvolvida fora da escola, no interior do PEPB. Foi uma prática de encerramento denominada “Trilhando no Parque”, que correspondeu a uma caminhada ecológica na trilha oficial do Parque, denominada “Trilha das Bromélias”, renomeada recentemente para Trilha do Rio Grande (que circunda a sede administrativa). Nela foi possível destacar vários aspectos importantes da Mata Atlântica (relacionados aos meios biótico e abiótico) e conduziu, alunos e professores, ao aprendizado de práticas conservacionistas.
1.2 – Atividades para a turma de 5a. série
As disciplinas contempladas pelo projeto foram Ciências e Geografia, somente para uma turma no período da manhã. As atividades foram semanais, durante os meses de maio e junho de 2003.
Foram programadas sete atividades visando discutir, em sala de aula e nos trabalhos de campo, temas e assuntos ligados ao meio ambiente, com ênfase nas características ambientais do Parque Estadual da Pedra Branca. Na realidade, buscou-se aprofundar os temas inicialmente abordados na 4a. série. Abaixo são discriminados, resumidamente, o conteúdo dessas atividades:
a) Trabalhando com mapas (cartografia infantil) – noções iniciais de cartografia (coordenadas geográficas, distâncias, escalas, etc.) e análise/discussão do conteúdo dos mapas temáticos (bairros e topografia do município do Rio de Janeiro e do PEPB). Atividades extra-classe: confecção de mapas mentais.
b) Conhecendo os solos – composição, erosão dos solos, técnicas de conservação e uso do solo (enfoque no PEPB).
c) A floresta pluvial tropical e sua importância – o que é a Mata Atlântica; quais as principais ações impactantes, tais como: queimadas e desmatamentos; quais as medidas de preservação e conservação (reflorestamento); e a importância da manutenção da fauna local.
d) Avaliando os recursos hídricos – ciclo hidrológico; hidrografia (importância e dinâmica dos rios); bacias hidrográficas da Baía de Guanabara (ênfase no PEPB) e biomas aquáticos; principais ações de degradação dos rios (poluição, assoreamento e inundações) e importância do saneamento básico (ações conservacionistas).
e) O ar que respiramos – qualidade do ar X poluição e o papel do clima.
f) A organização do espaço urbano – crescimento populacional X espaços disponíveis (exemplo da cidade do Rio de Janeiro) e o avanço das ocupações para as áreas protegidas (enfoque no PEPB).
g) “Vivendo a natureza” – Educação e Interpretação Ambiental na Trilha do Camorim (Parque Estadual da Pedra Branca).
1.3 – Respostas obtidas através das práticas e dificuldades enfrentadas.
Um dos aspectos mais positivos do projeto foi a aceitação, por parte dos professores e alunos, das temáticas abordadas, tanto em sala de aula como nos trabalhos de campo desenvolvidos, onde a tônica principal foi consolidação de práticas conservacionistas ao Parque. Os módulos educativos mostraram-se adequados ao acompanhamento e aprendizado progressivo da 4a e 5a série do ensino fundamental. A sensibilização de todos os professores envolvidos e da coordenação pedagógica da escola também foi alcançada, na medida em que despertou o interesse por outras atividades de natureza ambiental, implementadas pelo Núcleo de Educação Ambiental do PEPB.
Outro ponto positivo é a continuidade do projeto, pois há uma carência da aplicabilidade entre os docentes sobre a tamática Educação Ambiental em sala de aula. A formação de uma rede de escolas do entorno do PEPB é um ponto importante para a disseminação do conhecimento e uma significativa contribuição para a conservação de seus recursos naturais, mostrando os seus principais problemas de degradação e a maneira pela qual a população local pode mitigá-los, principalmente nas áreas densamente ocupadas.
Porém, constatou-se alguns problemas estruturais, relacionados à própria sistemática de ensino (inerentes ao padrão escolar – programa de ensino) do Município do Rio de Janeiro (MULTIEDUCAÇÃO, 1996), traduzidos no despreparo de alguns professores em assumir a tarefa de trabalharem a questão ambiental, em sua respectiva disciplina. Até mesmo aquelas correlatas, como Ciências e Geografia, há dificuldade dos professores em trabalhar interdisciplinarmente os diversos conteúdos, já que o atual modelo educacional prioriza o conhecimento especializado e fragmentado, tornando-se uma exigência social.
Uma das importantes proposições teóricas relativas à EA, frisada por SCHIMIEDER (1977), é que esta precisa ser permanente e abrangente, ou seja fazer parte da vida de um número cada vez maior de pessoas e num maior espaço de tempo possível. Foi possível constatar que tal princípio, sem dúvida de relevante importância, ainda encontra sérias dificuldades para se concretizar na escola pública atual. A dificuldade de outras escolas compreenderem a relevância do projeto e os professores darem continuidade ao que já foi implementado, comprova a real problemática para sua concretização. Recaímos aqui, em um ponto importante, que é a questão da formação dos professores para poderem se interessar em trabalhar com a EA.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com os resultados até então apresentados, podemos constatar a importância e necessidade da implementação de projetos de Educação Ambiental na escola pública brasileira, revelando-se um espaço importante e favorável para o desenvolvimento de projetos que devem buscar uma aproximação da realidade escolar e ambiental de nosso país.
As práticas, ensinamentos e resultados inicialmente obtidos estão sendo aprimorados e servirão de base para a elaboração de uma cartilha ambiental (manual para os professores) voltada para o desenvolvimento de atividades de educação ambiental para turmas de 4a e 5a. série do ensino fundamental. Através dela os professores da rede de ensino básico poderão capacitar seus alunos no aprendizado sobre proteção do meio ambiente, com destaque para a conservação da natureza local.
Sem a utopia de que a Educação Ambiental possa apresentar a solução para os problemas atuais, fica claro que este projeto traz uma integração entre os diversos atores do processo de gestão participativa do PEPB, tornando todos mais conscientes de seu papel histórico enquanto partes integrantes de um processo de construção coletiva revinculando o ser humano com a natureza.
Através desse projeto espera-se deixar uma semente que germine na formação de futuros cidadãos, gestores do seu próprio espaço, capazes de escolher formas de participação na apropriação e monitoramento do seu lugar.
BIBLIOGRAFIA CITADA
ANDRADE, A. L. C. de. Educação Ambiental e Construção da Cidadania - uma Prática com Classes populares. Rio de Janeiro, Faculdade de Educação: UFRJ, 157p., 1993, Dissertação (mestrado).
COSTA, N. M. C. da. Análise do Parque Estadual da Pedra Branca (RJ) por Geoprocessamento: Uma Contribuição ao seu Plano de Manejo. Rio de Janeiro, Instituto de Geociências: PPGG/IGEO/CCMN/UFRJ, 317p., 2002. Tese (doutorado).
FREIRE, P. Pedagogia da Esperança: Um Reencontro com a Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 1992.
GONÇALVES, D. Educação Ambiental: garantia de vida. Rio de Janeiro, Faculdade de Educação: UFF, 150p., 1989. Dissertação (mestrado).
MULTIEDUCAÇÂO. Núcleo Curricular Básico. Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Educação, s.n., 1996.
SCHIMIEDER, A. A. Naturaleza y principios generales de la educación ambiental: fines y objetivos. In. Tendencias de la educación ambiental, UNESCO, p. 25-38, 1977.
RODRIGUES, A. B. Mapeamento Geoambiental como Instrumento de Educação Ambiental e Prevenção de Escorregamentos nas Encostas Favelizadas: um estudo de Caso – Projeto Tuiuti sem Riscos – RJ. Rio de Janeiro, Programa de Engenharia de Produção: COPPE/UFRJ, 250p., 1998. Tese (doutorado).
TUAN, Y. F. Topofilia. Um Estudo da Percepção, Atitudes e Valores do Meio Ambiente. 2a. ed., São Paulo: Difel, 1980.
AUTORES
- Nadja Maria Castilho da Costa
- Vivian Castilho da Costa
- Janina Azevedo dos Santos – Bolsista SR-3/DEPEXT
- Daniele Teixeira de Carvalho
Departamento de Geografia, Instituto de Geociências, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rua São Francisco Xavier, 524, Pavilhão João Lyra Filho, CEP 20550-013, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 23-25 de setembro de 2003
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